Ser feminista não é fazer protesto, odiar os homens e queimar sutiãs. Ser feminista é ter respeito próprio. É fazer o que tem vontade. É, principalmente, ter orgulho de ser mulher.

Ser mulher é muito mais do que passar batom, blush e esmalte. Ser mulher é ter coragem de colocar a cara a tapa para admitir que é mãe solteira, que é lésbica, que gosta de sexo, que já fez um aborto.
Chega de lavar roupas por obrigação, chega de transar sem vontade, chega de ganhar menos do que seu colega que é homem. Os tempos mudaram e até que você não mude com ele, o mundo continuará assim: machista, cinza e sem graça. Vamos colocar cor de rosa nesse mundo. Vamos ensinar nossas filhas que antes de amar alguém, devemos nos amar. Ensinar que os homens não são, em nenhuma hipótese, superiores ou inferiores. Somos iguais. Temos os mesmos direitos e deveres. Por que não sentimos dessa forma?

Nada mais vergonhoso do que uma mulher que tenta agradar a qualquer custo. Faz o jantar, põe a mesa, lava a louça e não tem nem o direito de escolher o canal da televisão que quer assistir. Encontre alguém que se interesse mais pelo que você é do que pelo que você faz.

Ser feminista não é proibir ele de abrir a porta do carro ou pagar a conta do restaurante. Ser feminista é saber que para ter essas regalias você não precisa fazer nada além de ser uma boa amiga, amante e companheira. E a única coisa que machismo tem em comum com cavalheirismo, meu amigo, é a rima.

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