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Eu adoro dar presente – quase tanto quanto receber. Acho uma delícia escolher o que tem a ver com cada pessoa que eu amo. Mas entendo que para algumas pessoas possa ser um problema e tanto nessa época do ano. Afinal, com o shopping sempre cheio perto do Natal temos que ir focadas para a “batalha” com a listinha pronta em mãos. Para te ajudar nas escolhas, separei duas listagens de presentes bacanas: para mulheres e para homens. Vem conferir! Presentes para mulheres 1) Bracelete e charms Uma boa dica de presente são os braceletes com charms colecionáveis da Pandora. Toda mulher adora ganhar uma jóia e essas tem um significado todo especial: você pode dar um charm super temático com a relação de vocês (tem de irmã, de tia, um coração, enfim… uma infinidade) ou algum natalino – a coleção especial de Natal tá um amor! Eu tenho um

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Minha possessividade sempre bateu de frente com sua liberdade exagerada. Não que isso me incomodasse por completo, mas sempre rendeu boas brigas. Ele não diz nomes feios perto de outras pessoas, eu mando logo ir pastar qualquer pessoa que me tire do sério. Minha risada ecoa em qualquer lugar em que eu esteja, a dele é discreta e tímida. Num primeiro momento, eu poderia jurar que fomos desfeitos um para o outro. Não dá para botar fé num relacionamento que é composto por diferenças. E foi aí que eu me enganei. Ele é calmo e eu o estresse em pessoa. Quando eu mando as coisas para o espaço, é ele quem recolhe tudo e me diz que tinha certeza de que eu me arrependeria. Eu sou guiada pelos sentimentos, ele pela razão. Ele é meu consolo e eu sou sua amiga. Ele curou minhas cicatrizes e eu dei um brilho

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Amor platônico é juvenil, não importa a idade. É uma vulnerabilidade constante, insegurança para qualquer passo em direção à pessoa desejada. É uma certeza de que tudo pode e vai dar errado no momento em que tentarmos quebrar essa fria distância entre os corpos. Amor platônico é amor só no nome. Sentimento indecifrável, mais parecido com encantamento e ilusão. Ocorre pela vontade de se apaixonar. É a idealização da paixão num biotipo específico, a necessidade de projetar em alguém o desejo por ser feliz. Amor platônico sonha ser correspondido e então desperta para uma realidade distante. Ele não me olha. Ela nem sabe meu nome. Sofremos com isso na escola, na adolescência, com o vizinho gato e o primo impossível. Mal conhecemos e já amamos. Amor na forma de falar, um amor totalmente condicional, que sobrevive apenas na fantasia da realidade. Platônico de Platão, que idealizava um amor sem cunho

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DicasNovidades

Milhares de mulheres nos Estados Unidos já estão construindo coletivamente um banco de notas para os homens com quem já tiveram algum tipo de relação – de amizade ou amorosa (pode escolher lá se você já ficou, já namorou, é amiga, parente, ex namorada, etc). O Lulu é criação de uma descendente de jamaicanos e chineses que trabalhava em uma empresa de mobile em Londres e, com o grupo de amigas, decidiu que precisava saber um pouco mais sobre os pretendentes antes de sair com eles. Todas querem né? Depois do Tinder, que na minha opinião é coisa de desesperado (mas amigas já encontraram até namorados com esse app, então né), a grande sensação é esse Lulu. Eu baixei e achei muito legal. Ri demais com as avaliações que já fizeram dos meus amigos do facebook.. Você conecta com a sua conta do facebook e ele puxa todos os contatos

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Tá difícil seguir sem você. Parece algo intrínseco ao meu ser, entranhado na pele. Você marcou de uma forma que meu coração jamais vai esquecer, por mais que a cabeça se esforce. É uma falta que assombra o peito, questiona a vida. Me faz perguntar ao espelho se um dia eu vou sorrir novamente. Eu sei que vou. Pelo menos espero que sim, mas a sensação é de que o mundo será cinza para sempre. A parte mais difícil está entre o despertar e o adormecer. No restante, até que lido bem, isso quando não lembro dos sonhos. Quando acordo, lembro de você antes mesmo de abrir os olhos. É como se eu sentisse teu cheiro. Na verdade eu sinto, relembro, revivo, recordo, renasço para falecer novamente. Durante aqueles segundos na cama, com a consciência turva, procuro teu corpo entre os lençóis. O vazio da cama rima com aquela angústia

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Dar um tempo é perder tempo. Covardia da boca, frase do medo. Decisão indecisa, contradição da vontade. Tentativa de conformar sem confortar. Dar um tempo é sentir pena de machucar quem deixamos de amar. É o fim abreviado. Injeção letal com anestesia. Dar um tempo é a vergonha do brio, escudo transparente do verdadeiro desejo. Quem pede um tempo, não quer admitir que o ciclo encerrou, pelo menos de forma unilateral. E aí, não há o que fazer. Não se ama por dois. Ao pedir um tempo, a necessidade é de se afastar. Ledo engano. A proximidade é que poderá consertar o que se quebrou. Dar um tempo é abrir espaço para o conveniente, para dormir em outras camas, para pensar na vida. Se você precisa pensar longe da pessoa com quem você está, sinto em dizer que não há mais o que pensar. Quem ouve “Precisamos de um tempo”,

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Diversos

Sempre tem aqueles dias em que eu me levanto da cama só para me arrepender de algo. Começar com o pé direito mas fazer questão de realizar tudo com o esquerdo procurando pelo que lamentar no dia seguinte. Não dá pra saber se é carência, loucura ou saudade do que nunca tive, simplesmente acontece. Agindo de acordo com tudo o que me parece errado e provando o gosto da busca desiludida vou ligar pra pessoa errada, atender a chamada daquela pessoa que era pra eu recusar ou qualquer outra besteira. Porque, por incrível que pareça, as pessoas erradas aparecem exatamente na hora certa e já chegam nos tirando o chão. Passei o dia todo repetindo que não o encontraria até o momento em que ele me mandou uma sms: “Te pego às oito?”, o que responder? Um conflito entre razão e emoção ameaçando estragar o teatro que idealizei o dia

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Minha irmã mais nova (detesto essa expressão, pois me lembra o fato de que sou a irmã mais velha. Argh!) estava há dias me incomodando com um vestido que ela queria emprestado para um casamento. Tipo, há muitos dias mesmo. Saco. Mas como sou uma boa pessoa em constante busca pela minha evolução enquanto ser humano, ok, vambora, vou te emprestar um vestido. Só que eu sou uma traumatizada: Convivi, sob o mesmo teto, por muitos e muitos anos, com duas pequenas maníacas que me achavam o máximo (é o bônus de ser a mais velha…) e só queriam usar as minhas roupas. Mas elas gostavam tanto, mas tanto das peças do meu vestiário, que criavam técnicas de “saque” do guarda-roupa, desenvolveram a habilidade de caminhar com passos inaudíveis, aprenderam a restituir o vestido/calça/blusa ao mesmo local, praticamente como se sempre tivesse estado ali e nunca tivesse “passeado” com elas

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Nem sempre amamos de cara, no primeiro olhar, naquele impacto da apresentação formal. É possível brotar um sentimento logo no primeiro encontro, mas o melhor mesmo é quando vai acontecendo aos poucos e a gente nem percebe. Desse jeito, o amor chega para ficar. Em alguns casos, aquele encantamento inicial nos surpreende de tal forma, que temos a certeza de que algo diferente vai acontecer. Temos quase convicção de que encontramos alguém especial e que tudo vai se modificar a partir de então. Nem sempre. Muitas vezes esse assombro no peito causa um furor efêmero. Vai embora como chegou. Coisas que a alma da gente não explica. Sintonia instantânea, afinidade relâmpago, atração exclusiva para aquele momento. Amar no segundo ato significa apaixonar-se após conhecer, perceber as nuances da personalidade alheia durante a rotina, encantar-se pelo mau humor dela numa manhã de terça-feira. Não sentimos como começa, pois o sentimento entra

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Somos românticos? Claro que somos. Todos nós, sem exceção. Até o mais bruto dos homens sucumbe ao sorriso da mulher amada. Nenhuma mulher leonina resiste ao perfume marcante daquela pegada com jeito. Não importa a forma, o lugar, ou o gesto. O romantismo não é antiquado. É vanguardista e segue a magia do tempo. Convence o coração, seduz o ponto fraco e desmonta qualquer armadura emocional. Romantismo não é piegas. Clichê é não amar. Não falo de uma convenção social de mandar flores, abrir a porta do carro, ou pagar o jantar. Romantismo é mais do que isso. É surpreender a rotina, desafiar o óbvio, aventurar a relação. Ser romântico também é saber sossegar quando ela precisar de colo. Não há cortejo maior do que cuidar do outro. Romantismo é avisar que chove lá fora, levar um chá de hortelã na cama sem ela pedir, passar no shopping e lembrar

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