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Refletindo

Nunca é fácil terminar um relacionamento. Ainda mais quando a mudança não parte da gente. Parte a gente. Falo daquele pé na bunda indesejado, inesperado, de um ciclo encerrado abruptamente e de forma unilateral. Situação terrível, choque de fantasia, distorção da realidade. Vontade de não mais existir. Mas existem flores brotando no deserto sentimental que vivemos no momento da fossa. Basta querer enxergar. É difícil ter consciência quando o chão se abre sob nossos pés, quando a dor no peito desatina e a razão não faz mais sentido. Complicado ter que buscar uma força que desaparece, lidar com a sequência daqueles minutos de angústia. Mesmo assim, é preciso um último suspiro, um fôlego de sobrevida, um apoio fraterno dos amigos pra tirar a gente de casa, daquele estado moribundo. Temos que nos abraçar em algo ou alguém, nem que seja no travesseiro como hospedeiro das lágrimas, ou nas canções que

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Refletindo

O respeito é o pilar da relação. Quando existe o respeito, ninguém dá um passo à frente, sem levar o outro consigo. Não há maiores decepções e os dois caminham lado a lado. O Respeito é a base de tudo. Ter respeito é sentir orgulho, é admirar o parceiro. Mostrar ao mundo sua felicidade de estar ao lado dele. Respeitar é valorizar a mulher que ama, mesmo quando ela não está presente. É pensar em dobro, não abandonar jamais. Respeito é entrega, atitude e proteção. O respeito é ingrediente fundamental na fórmula do amor. Sem respeito, esqueça. O amor tem diversos pilares que, uma vez derrubados, destróem gradativamente o sentimento. A confiança – mesmo quebrada – tem conserto, mas depende da tolerância. O tesão, pode ser recuperado facilmente. O respeito, se perdido, jamais será retomado. E ele leva consigo a capacidade de continuar uma história. Ao perder o Respeito, quebra-se

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Refletindo

Sábado à noite e eu em casa, tentando assimilar as porradas que levei da vida nos últimos dias. Não bastasse eu questionar minha profissão e todas as minhas atitudes nessa existência, meu relacionamento acabou da forma mais surpreendente possível. Como assim, não dá mais? Naquela hora senti o chão abrindo um buraco e enquanto eu caía, uma faca atravessava a minha garganta, vinda do estômago e passando pelo peito. O pior de tudo é que ainda me sinto em queda. Preparo um drink para me fazer companhia, enquanto assisto a um reality show de gordinhos tentando emagrecer que passa na TV à cabo. De repente o telefone toca. Deve ser a minha mãe perguntando se eu jantei, ou querendo saber onde vou almoçar amanhã. Não era. Aquele nome bem conhecido piscando no visor do celular foi como se eu tivesse engolido um tijolo. Pensei em não atender. Pensei em atender

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