Voltamos da nossa lua de mel realmente apaixonados pela Tailândia! É um lugar encantador, com pessoas sorridentes, paisagens incríveis, praias paradisíacas (que são o paraíso na terra), gastronomia de dar água na boca, massagens dos deuses… Com certeza um lugar que queremos voltar diversas vezes. Mostrei muito desse destino lindo no snapchat (segue lá: vfeminina) e agora vou trazer aqui para o blog posts sobre todos os locais que passamos na Tailândia. Pesquisei muito antes de ir e acho bacana compartilhar algumas experiências, até por que tem algumas coisas que não encontrei em nenhum site por aí. Sem dúvidas é uma viagem que precisa de muito planejamento e muita pesquisa – não é um destino para comprar uma passagem e ir sem pensar muito. Sua viagem pode se tornar um verdadeiro desastre cheio de stress se não tiver organização.

Então vem comigo que eu vou dar todas as dicas para ter uma viagem perfeita! Para começar, bolei esse post com dicas gerais da Tailândia e aos poucos vou escrevendo posts específicos sobre cada uma das cidades que passamos, ok? Estou aqui escrevendo e quase chorando de saudades. Ficamos mais de 20 dias por lá e valeu cada centavo de bath. É um lugar inesquecível.

Thailand! #honeymoon #followmeto

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Como chegar na Tailândia

Para chegar na Tailândia você vai precisar voar muitas e muitas horas – mas calma que vale a pena! Diversas companhias aéreas voam até lá e a melhor dica que eu posso dar é: pare no meio do caminho! Antes de comprar a sua passagem pesquise qual “hub” você gostaria de visitar: Dubai, Qatar, etc. Tem várias opções ótimas para fazer uma parada, descansar um pouco, conhecer um local novo e depois continuar sua viagem descansado e limpinho. Fizemos essa parada no Qatar na ida da nossa viagem e foi ótimo: conhecemos a cidade de Doha e a viagem não ficou nada pesada! Dormimos uma noite. Foi bem legal, adorei conhecer o Qatar mesmo que rapidamente. O único arrependimento foi não ter feito essa parada na volta. Foi realmente muito cansativo e se eu pudesse voltar atrás teria pego um dia na volta também – foi realmente muito ruim voar por quase 24h! Não indico! Entre em contato com a sua companhia aérea e solicite um “stopover”. Dependendo da sua tarifa, não cobram nada por isso. Mas podem cobrar uma taxa, se cobrarem vale a pena pagar também. Só tome cuidado porque muitos desses locais de parada precisam de visto – no Qatar precisava, nada difícil de tirar mas é necessário pagar um taxa e preencher alguns documentos senão você não entra no país. tailandia

Imigração e visto para a Tailândia

Essa parte é super fácil: brasileiros não precisam de visto e é só chegar chegando. Podemos ficar até 3 meses por lá sem nenhum problema. A única exigência é a vacina da febre amarela (eles pedem mesmo o comprovante, não tem como ir sem fazer) – logo na chegada em Bangkok não se esqueça de passar no Health Control antes da imigração, senão você vai ficar esperando na fila e ter que voltar tudo. A vacina você pode tomar no posto de saúde e levar o comprovante na Anvisa (aqui em Porto Alegre é no aeroporto) para fazer o Certificado Internacional de Vacinação, caso você ainda não tenha. Tudo é muito simples e resolvemos isso em uma manhã. Tem gente que por precaução toma também vacinas de hepatite, raiva (se for ter interação com animais), febre tifóide, enfim… Nós tomamos só a obrigatória que é a da Febre Amarela – pelo que nos informaram a vacina agora é válida pra vida toda, ou seja, só precisa fazer uma vez na vida e pode viajar pra onde quiser!

Tailândia: cultura e costumes

Se você está pensando em ir para a Tailândia, uma dica de ouro é ir totalmente aberta a novas experiências e preparado para encarar o “diferente” – que muitas vezes não é tão limpo, tão cheiroso e tão bem cuidado. É com certeza um choque cultural muito grande. A higiene não é o ponto forte, o banheiro as vezes é só um buraco no chão (sim!), o calor é simplesmente infernal e o cheiro em alguns pontos da cidade são horríveis. Mas eu juro que tudo isso e muito mais vale a pena – ainda mais se você encarar tudo isso como parte da experiência. Leve tudo na esportiva e divirta-se com as diferenças!

“No one saves us but ourselves. No one can and no one may. We ourselves must walk the path.” ⭐️ #thailand #eduardoeivana A photo posted by Verdade Feminina • Ivana R. (@vfeminina) on


Sobre a vestimenta, é um país aparentemente muito seguro, então não tem problema usarmos a roupa que a gente bem entender. Mas vou confessar que no primeiro dia em Bangkok sai com um decote e não usei mais a blusa – como as asiáticas não costumam ter muito peito, os homens ficavam olhando meeeeeesmo, na cara dura – buzinando, gritando… uma loucura. Mas nada que eu me sentisse insegura, é só pelo desconforto mesmo. Nas praias não tem problema nenhum pois eles estão acostumados com o turismo, biquíni, etc… só em Bangkok mesmo. Vale lembrar que nos templos precisamos estar de calças, sapatos fechados (não pode rasteirinha e nem chinelo, fui de sapatilha) e com os ombros cobertos – isso vale tanto para homens quanto para mulheres.

Moeda e preços na Tailândia

A moeda tailandesa é o Bath – que é super desvalorizada. O cálculo que a gente fazia era (mais ou menos, bem aproximado mesmo) 100 baths = 10 reais. Assim fica fácil converter e ter uma ideia do preço em reais. A Tailândia é um país super barato – o mais barato que eu já visitei. Quem está acostumado com os padrões de Europa para turismo se surpreende muito com o preço da alimentação, passeios, etc.

Claro que, como em qualquer lugar do mundo, na Tailândia podemos encontrar estilos de programações para todos os bolsos – mas por lá o luxo é muito mais acessível e o barato é realmente muuuuito barato. O ideal é levar dólares e trocar pela moeda local por lá – nós trocamos tudo em Bangkok mas tem câmbio em todos locais que passamos. Já na chegada, é bacana trocar alguns dólares no aeroporto mesmo (não tudo pois obviamente não é a melhor cotação). Em praticamente todos os shoppings de Bangkok tem casa de câmbio e o seu hotel também pode te indicar a mais próxima – é bem tranquilo mas é sempre bom avisar que com isso não se brinca então procura casas de câmbios que pareçam sérias, como dentro de grandes shoppings, etc. Desconfie de cotações muito mais baixas.

Para dar alguns exemplos aproximados para vocês calcularem o quanto precisam levar:
– Massagem nos pés por 1h: 300 baths
– Jantar completo em restaurante refinado para 2 pessoas: 1200 baths
– Almoço simples para 2 pessoas: 300 bath
– Pad Thai na rua: 30 bath
– Drink em um bar legal: 180 bath
– Taxi em Bangkok do aeroporto até o outro lado da cidade: 200 bath
– Hospedagem (diária): hostel de 300 bath até resorts de 10000 bath


Não se esqueça de negociar tudo (menos comida/restaurantes) na Tailândia – em lojas de rua, não nos shoppings – não vai chegar na H&M de Bangkok e tentar negociar as blusinhas que não vai rolar hehehehe. Se você quer comprar uma lembrança em uma loja de souveniers em alguma ilha, por exemplo, e ela custa 500 bath, você pode chegar facilmente em 300 bath negociando. Basta falar o preço que você quer pagar por aquilo e ver se funciona. Impossível não baixarem nem um pouco o preço. É da cultura deles pedir desconto e negociar, não precisa ficar com vergonha – se não derem desconto, não leve e compre na próxima lojinha.

Internet no Celular

Vício é complicado, né? hahahah Mas mais do que atualizar o instagram ou avisar a família que chegou bem pelo whatsapp, ter um chip pré pago na Tailândia é muito útil – como a dificuldade com a língua é uma realidade constante, o celular ajuda muito tanto na hora de se localizar olhando o Google Maps ou até pesquisando qual o prato que você vai pedir no restaurante. Eu sempre dava “um google” para conferir os ingredientes do meu prato – fui na coragem na nossa primeira refeição por lá e acabei comendo uma massa com rim, fígado e coisas piores (sim! eca!). O chip pré pago também foi bem útil porque compramos dois (um para o meu celular e o outro para o do Eduardo), assim nós conseguíamos nos falar tranquilamente caso a gente se perdesse ou fosse fazer uma programação diferente do outro – aconteceu bastante quando eu ia no SPA, por exemplo, hehehe.

É super fácil de adquirir um chip lá na Tailândia – logo que você chega no aeroporto você vai ver vários quiosques de operadoras oferecendo esses serviços para os turistas. Caso você vá viajar também para as ilhas tailandesas, preste muita atenção: compre o chip da operadora AIS! Segundo nossas pesquisas ela é a única que funciona em todos locais da Tailândia perfeitamente. E confirmamos! Foi perfeito o serviço deles, funcionava o 4G até no ferry no meio do mar. Pegou super bem em todos locais que passamos. Eu não lembro bem quanto foi (até porque eu não sou muito parâmetro pois tenho que pegar sempre o plano com muitos dados porque uso muito snapchat, etc) mas valeu cada centavo e é essencial!

Língua e comunicação na Tailândia

Realmente, aqui a coisa complica um pouco. kkkkk A gente se virou super bem mas é necessário um pouco de paciência. Nem todo mundo fala inglês e os que falam não dá pra entender muito bem hehehehe. Claro, encontramos algumas pessoas que falavam super direitinho, mas com certeza não é a regra. Em alguns momentos simplesmente desistimos da comunicação e seja o que Deus quiser – como por exemplo, com alguns pedidos de comidas em restaurante. Novamente, o ideal é levar na esportiva.

Entretanto é bom alertar que se você tiver algum problema grave de saúde (por exemplo, alguma alergia alimentar séria, etc) para tomar cuidado com as perguntas e solicitação – e ir bem precavido com remédios, etc caso alguma coisa saia do previsto e você não tenha com quem contar até chegar em um hospital. Eu, se tivesse algum problema sério de saúde (tanto alimentar quanto outro tipo) escreveria em tailandês com a ajuda do google tradutor e levaria comigo na bolsa o tempo inteiro. Mas para quem não tem nenhum problema grave, é tranquilo. Ah, sempre ande com um cartão de visitas do seu hotel na carteira – lembre-se que a cidade é grande em Bangkok e a maioria dos taxistas ou pessoas que você vai pedir informação não entendem bem (ou nada de) inglês.

O que levar na mala para a Tailândia

Muita roupa leve para aguentar o calor, biquínis e saídas de praia se você for para as ilhas, muito protetor solar e muuuuuito repelente (usamos uns 3 tubos de repelente, tem muito mosquito e inseto nas ilhas… não dá pra ficar sem). Não se esqueça de levar uma boa “farmacinha” com remédios para as mais diversas situações. É realmente necessário marcar uma consulta com seu médico de confiança antes de embarcar e explicar que você vai viajar e precisar levar remédios para eventuais emergências em ilhas que não tem nem hospital. Em Koh Phi Phi, por exemplo, se precisássemos de um hospital iriamos levar em torno de 3h para chegar: tem que pegar long tail boat, ferry, etc… na pior das hipóteses só helicóptero é a saída (por isso também é recomendável ficar em um hotel bom que possa dar algum auxílio em casos desse tipo… já pensou precisar de um helicóptero de emergência no meio da ilha e estar hospedado em um albergue? eu prefiro não arriscar). Então, é muito importante levar dois ou três tipos de antibióticos (se cortar o pé em algum coral, amidgalite, sinusite, infecção urinária, etc), antiinflamatório (dor de garganta e milhares de outras situações para controlar uma inflamação), kit de primeiros socorros, anti alérgico, colírio, remédio para enjoo (leve uma caixa de Vonau se você enjoa com barcos e tome um meia hora antes do passeio ou do ferry)… Um médico antes de ir é essencial para dar receitas e te aconselhar o que fazer nesses casos. É melhor pecar pelo excesso do que pela falta!

Culinária e alimentação na Tailândia

Não se preocupe: os escorpiões e aranhas são só para “turista ver” na Khaosan Road e não fazem parte da verdadeira culinária tailandesa. Por lá você vai encontrar muito noodles (massa), muito stick rice (arroz grudento), muita manga, coco, curry e claro… muita pimenta! Alguns restaurantes tem desenhos de umas pimentinhas ao lado de cada prato do menu – caso você queira bem apimentado vai na pimenta número 1 que ela já é MUITO apimentada para os padrões brasileiros. Se não gosta de pimenta forte, escolha algo sem pimenta. Mas não se engane, 90% dos pratos que eles dizem ser sem pimenta na verdade são sim apimentados (de leve, mas são). Se você não suporta pimenta fuja dos currys e vá de Pad Thai!

Sorvete de coco no Floating Market
Sorvete de coco no Floating Market
Curry vermelho no restaurante do nosso hotel em Railay Beach
Curry vermelho no restaurante do nosso hotel em Railay Beach (super apimentado, por sinal)

O que você não pode deixar de provar: os clássicos Pad Thai, Red Curry, Green Curry, Mango Sticky Rice (uma sobremesa tradicional que eu vou sentir saudades pra sempre feita com manga, leite de coco e arroz grudento… só provando pra entender como isso faz sentido junto), Tom Yang Soup, Chicken Satay, Tempurá de Camarão, Banana com leite de coco, sorvete de coco, sorvete de manga… Basicamente qualquer coisa com leite de coco é muito boa porque o leite de coco deles não tem nada a ver com o nosso – é mil vezes melhor e eu trouxe uns 5 na mala (deveria ter trazido 10)!

A maioria das massas da Tailândia são uma sopa. Sim, tipo uma sopa de massa bem temperada. Se você está procurando uma massa tipo Pad Thai, seca, procure alguma que seja “Wok Fried”. Caso não seja wok fried, vai ser sopa! Mas a sopa é muito boa e a gente tomava até no café da manhã no nosso hotel de Bangkok (quando fizer posts de cada local vou falar sobre os hotéis e também vou dar dicas de restaurantes).

Meio de transporte na Tailândia

Os meios de transportes dependem muito do local que você vai estar na Tailândia e eu vou falar melhor sobre isso nos posts individuais de cada cidade. Mas para dar uma ideia, em Bangkok tem o Sky Train que é tipo um metro voador (kkk) que funciona super bem e te leva para muitos pontos da cidade. Uma ótima dica é ficar hospedado próximo a alguma estação do Sky Train. A gente ficou e foi perfeito! O taxi em Bangkok também é muito barato e utilizamos bastante. Entretanto, tem dois inconvenientes: o primeiro é que nem todos ligam o taxímetro e se você não negocia bem o preço antes de entrar acaba sendo “roubado” pois eles cobram muuuuito mais. O ideal é sempre procurar um taxi “by meter”. Sempre pegamos os by meter (esses ligam o taxímetro e você paga apenas o que aparece ali, bem tranquilo… geralmente esses são os taxis cor de rosa) e foi barato e tranquilo – mas nem sempre são fáceis de achar, a maioria dos taxistas não ligam o taxímetro e cobram o que bem entendem.

O outro problema é que o trânsito é realmente muito ruim, pior que São Paulo – é caótico mesmo! Mas fora do horário de pico, vale muito a pena o taxi em Bangkok. Por exemplo, para ir jantar é ótimo e é a escolha ideal depois de um dia cansativo. Os famosos tuktuks valem a pena para conhecer mas são bem mais caros que os taxis – mas ainda assim totalmente pagáveis (só não indico para os cardíacos hahahahaha #tenso).
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Já para se locomover entre as cidades, depende muito do seu destino e existem várias opções – de avião, ônibus, ferry. Vou falar mais sobre isso nos posts específicos de cada local. Mas a melhor dica é entrar em contato com o seu hotel e ver com eles a melhor forma – além disso eu indico muito sempre pagar um pouco a mais e solicitar o transfer do hotel (eles te pegam no aeroporto, no pier ou onde você chegar na cidade). Porque realmente é bem complicado chegar em Bangkok, por exemplo, e cair de paraquedas cheio de malas na loucura da cidade e dos taxistas que parecem querer te passar a perna ou que não entendem inglês. Você paga um pouco a mais para o hotel (quando não está incluído na tarifa) mas vale muito a pena – confia em mim. Pegamos em todos hotéis e só pensávamos “Graças a Deus!”.

Melhor época do ano para visitar a Tailândia

O ano inteiro é quente na Tailândia. Realmente quente! Entretanto, o ano é dividido entre a estação seca e a estação das chuvas e monções. A estação chuvosa começa lá por junho até quase novembro. Nós fomos supostamente no pior mês, setembro/outubro e eu não me arrependi nem um pouco. Especialmente nesse ano que nós fomos, a notícia nos jornais tailandeses era de que estava com bem mais chuvas que o normal – mas era super ok, sério. Claro, não vou mentir, choveu. Praticamente todos os dias tinha uma ou duas chuvas – chuvas de verão que duram menos de meia hora. Nada que atrapalhasse a nossa viagem e nossos planos.

Todo mundo que está planejando visitar a Tailândia já ouviu que a Maya Bay, por exemplo, é impossível de tanto turista. A nossa visita nesse pedaço de paraíso foi mais tranquila impossível- só nós e mais meia dúzia de pessoas na praia inteira de manhã. Claro que depois encheu um pouco mais mas dizem que na alta temporada (a seca) é lotado (os chineses invadem com tuuuudo a Tailândia). Tudo é super lotado, com fila de espera e preços mais elevados – mas sem chuvas. Então vai muito do seu gosto. Como nós pegamos hotéis bacanas e bastante tempo em cada lugar, não atrapalhou em nada: quando chovia, eu ia para o SPA, tomar banho de banheira, curtir o nosso quarto lindo, beber um drink no bar, comer em algum restaurante bacana… Não tenha medo da época de chuvas na Tailândia e pode ir com fé que vai ser ótimo. Se eu tivesse o ano inteiro disponível, iria escolher ir em Março pois dizem que ainda não está lotada e é mais seco – mas jamais deixaria de ir em outros meses. Nosso casamento foi em Setembro e fomos logo em seguida. Foi ótimo e indico muito!

Jet Lag e o fuso horário da Tailândia

Pensa em uma pessoa com sono? Multiplica! Meio walking dead. Sério, os primeiros dias são sofridos devido a diferença de horário. Até o nosso corpo se habituar demora um pouquinho. No fim da tarde era tanto sono, mas tanto sono, que doía ficar com os olhos abertos. Surreal! Mas para ajudar, o energético custa 1 real! Tente dormir cedo nos primeiros dias e faça uma viagem mais longas (eu jamais iria para a Tailândia ficar só uma semana porque demora uns 2 dias viajando + uns 3 para se acostumar com o fuso… então faça as contas se vale a pena). A Tailândia tem 10h de diferença do horário de Brasília – tipo quando aqui é 15h lá é 1h da manhã.

Hospedagem na Tailândia

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Nosso quarto no Rayavadee: com certeza um dos resorts mais legais que já conheci!

Opções de hospedagem na Tailândia não faltam. Tem opções de hospedagem para todos os bolsos e estilos de viagens. Uma dica bacana é escolher o hotel que você gostou mais e entrar em contato diretamente com eles pelo email do site. Diferente de outros locais do mundo onde a tarifa do site Booking ou de algum outro desse estilo são as menores, na Tailândia reparamos que o melhor negócio é entrar em contato diretamente com o hotel e negociar via email. Muitos deles você pode pagar só um sinal e o restante na hora da hospedagem. Não se esqueça de negociar com eles o transfer do aeroporto ou pier. Eles podem te ajudam com várias coisas e geralmente são bem prestativos por email. Todos hotéis que escolhemos nos ajudaram bastante e tiverem ótimos serviços antes mesmo da nossa chegada.

Se for sua lua de mel (ou alguma data especial como aniversário) não esqueça de avisar os hotéis – todos deixam algum mimo especial. Como era nossa lua de mel, recebemos espumante, sobremesa, coroa de flores naturais (que eu usei muito hahahaha), decoração com pétalas de rosas, etc. Sempre uma surpresa legal! Com certeza a Tailândia é um dos melhores lugares do mundo para podermos nos dar o luxo de ficarmos no melhor resort possível – o preço é bem mais acessível do que muitos lugares no mundo.

Definitivamente a Tailândia é um destino perfeito para a lua de mel! Eu não pensaria duas vezes antes de escolher novamente e indico para todo mundo. O tipo de local que não podemos deixar de conhecer na vida, é inesquecível e não tem palavras pra explicar. Algo que muda a sua vida! Sawasdee kaa e até o próximo post sobre esse país incrível!

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